Employer Branding é para quem conhece, entende e acredita. Será para você?

Um dos maiores desafios em disseminar conceitos e a relevância do Employer Branding no Brasil é o trabalho de evangelização em si. A cultura de gestão de marca empregadora, parte integrante de qualquer estratégia de RH da Europa e América do Norte, começa a agora a ganhar um pouco de notoriedade na América Latina e Ásia. Mas ainda é muito incipiente, triste constatação.

E, após quase 2 anos de reuniões, eventos e apresentações, as pessoas me perguntam:

– “Que setor responde melhor, qual sua estratégia de segmentação comercial?”

A resposta é simples:

– “Não existe semgento ideal, existe entendimento correto. Qualquer executivo decisor que entenda que a marca empregadora é mais consistente caminho para garantir os resultados da sua organização, me interessa”.

A marca empregadora forte traz resultados notórios em diversas frentes e proporciona resultados tangíveis e intangíveis, que podem variar de empresa para empresa, mas invariavelmente promovem transformações organizacionais importantes. Entre estes indicadores estariam, por exemplo:

  • Resultados Tangíveis:
    • Aumento médio da satisfação do colaborador
    • Aumento do reconhecimento de marca como empregadora
    • Crescimento da busca natural por vagas da empresa
    • Aumento no tempo médio de permanência na empresa
    • Redução do tempo médio de contratação
    • Redução do incremento salarial de contratação com relação a mercado
    • Redução dos níveis de turnover
  • Resultados Intangíveis:
    • Melhora da sensação de pertencimento
    • Maior sinergia entre as áreas
    • Melhora da produtividade geral
    • Maior participação das pessoas nas atividades e reuniões propostas
    • Aumento da recomendação espontânea da empresa
    • Aumento dos feedbacks positivos e reconhecimento entre áreas

Infelizmente hoje ainda a maioria das empresas queima etapas. Terceiriza a gestão da marca empregadora para recrutadores que logicamente não a promovem. Além de ser contra intuitivo, não sabem fazer.

Só se pensa no recrutamento como uma indústria, como algo operacional.

Por isso, os RHs seguem a vida enxugando gelo. Contratam 50, Demitem 50.O que economizam ao não fortalecer sua marca, gastam dobrado com treinamentos que nunca serão colocados em prática, com indenizações e processos trabalhistas.

E tudo isso independe de segmento, porte e região.

Toda organização precisa de uma equipe comprometida e que traga resultado. Logo, precisa de uma marca empregadora forte. Logo, precisa investir. Logo, precisa de um decisor consciente, que entenda do assunto, que seja do ramo. Talvez o mais difícil de se encontrar hoje em dia.

Seguimos lutando por aqui procurando os RHs que queiram liderar esta mudança na região.

Alguns já estão conosco. Quando você vem?

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